Opinião

Regresso ao Alvaiazerense, após alguns anos de interregno, a paixão e a experiência estão aumentadas, e com a equipa que me acompanha (direção e colaboradores), “O Alvaiazerense” compromete-se a respeitar os princípios deontológicos e de ética, mantendo uma relação transparente e rigorosa com os seus leitores. Continuando a primar por corresponder aos interesses de um público heterogéneo em que os conteúdos publicados respeitem a pluralidade de pontos de vista e os princípios da objetividade e imparcialidade.

Confesso que quando soube da escolha da Drª Clara Pacheco Pereira para cabeça de lista do PSD para a Junta de Freguesia de Pussos S. Pedro, nas eleições autárquicas de 2017, achei um enorme erro de “casting político”, pois achava eu que a candidata não tinha perfil nem “feeling” para estas andanças. Puro engano!

Ao longo de 2019, celebra-se o centenário do nascimento de uma das mais marcantes poetisas nacionais do século XX: Sophia de Mello Breyner Andresen (1919 -2004).

Esta poetisa, natural do Porto, foi condecorada três vezes pela República Portuguesa e distinguida com 13 prémios literários, entre outros galardões.

Foi também a primeira mulher portuguesa a receber o mais importante galardão literário da língua portuguesa, o Prémio Camões, em 1999.

O seu corpo está no Panteão Nacional desde 2014.

… sim, estou, …

Depois de alguns anos onde o garrote financeiro imperou nos orçamentos municipais devido à necessidade de equilibrar as contas, o ano de 2018, marca ainda que ao de leve, o início de investimentos municipais e privados de elevada importância em Alvaiázere.

Quero salientar a excelente classificação do município de Alvaiázere no anuário financeiro dos municípios portugueses que reflete bem o cuidado e o trabalho efetuado nos últimos anos para a boa saúde das finanças municipais.

Desejando umas BOAS FESTAS, partilho um poema de um grande poeta:

NATAL É QUANDO UM HOMEM QUISER

Tu que dormes a noite na calçada de relento
Numa cama de chuva com lençóis feitos de vento
Tu que tens o Natal da solidão, do sofrimento
És meu irmão amigo
És meu irmão

O Natal é quando um Homem quiser!

E tu que dormes só no pesadelo do ciúme
Numa cama de raiva com lençóis feitos de lume
E sofres o Natal da solidão sem um queixume
És meu irmão amigo
És meu irmão

Meus amigos e queridos leitores deste Jornal “O Alvaiazerense” ter-se-ão admirado com as notícias que todos os dias aparecem noutros jornais, nomeadamente sobre a apropriação do material sonante, que é o dinheiro. Os meus amigos leitores sabem qual é a parte mais sensível do nosso corpo? É a carteira. Porque ela contém o dinheiro, anda quase sempre dentro de um bolso, junta ao corpo. Isto significa que, quando se encomenda ou pede alguma coisa ou objeto, encomendar não custa, mas quando toca a pagar é que a porca torce o rabo, como o povo costuma dizer.

Novembro foi um mês que nos revelou algumas situações bizarras e infelizes. É suposto que a presença de um deputado no Parlamento seja registada ao iniciar a sessão no seu computador, através de uma “password”, pessoal e intransmissível. Ficámos a saber que afinal os deputados, ou pelo menos alguns, trocam entre si as senhas de acesso. Por que sim. Recordamos ainda, os subsídios de viagens não feitas, deslocações para as ilhas recebidas em duplicado e moradas alternativas para receber ajudas de custos.

No passado dia 18 a direção do Grupo Desportivo de Alvaiázere (GDA) aceitou o repto lançado por Fernando Simões (ex vice presidente e presidente) e realizou um dia dedicado ao passado, assente no presente de modo a projetar o futuro, não só do GDA, mas também de Alvaiázere (porque falar do GDA é obrigatoriamente falar de Alvaiázere).

Nesse dia juntaram-se algumas dezenas de amigos, jogadores e dirigentes, contaram-se histórias do passado e imagine- se, tentou-se jogar à bola. Foi um dia bem passado entre amigos do GDA.

O mês de novembro, muito graças ao dia de S. Martinho, é propício ao encontro de familiares e de amigos, provando vinho novo, num magusto ou na combinação dos ambos.

Numa roda de amigos, por acaso num magusto tradicional, costume que infelizmente vai desaparecendo, um deles saiu-se com esta adivinha: “Qual é a coisa, qual é ela, que é macho e dá fêmeas?”

Após algumas tentativas frustradas e ante a curiosidade, a resposta do desafiante não tardou: “O castanheiro!”, disse, explicando o prodígio.