Opinião

Este mês de dezembro é marcado por duas comemorações que se cruzam na sua essência.

As mortes custam muito.

As mortes das pessoas de que gostamos e admiramos custam ainda mais.

Dedico este artigo à professora Alzira Silva.

Pessoa amiga, afável, integra, que ensinou e soube ensinar milhares de jovens que tiveram o privilégio de a ter como professora.

Fez-me gostar da disciplina de Francês. Conseguia incutir nos seus alunos o respeito que um professor merecia e dirigia-se aos alunos com um respeito imaculado, também como eles merecem.

Conseguia respeitar e ser respeitada como vi em poucos professores ao longo da minha vida académica.

Todas as regiões têm, para cada época festiva, uma tradição.

Na época natalícia, em casa de meus pais, os belhoses (bilhós) e as fatias paridas não faltavam.

Se os primeiros têm várias denominações conforme a região, velhozes, bilhós, belhozes, filhós, bilharacos, etc, as segundas, fatias paridas, também se designam por fatias de parida, pão de mulher parida, fatias douradas ou rabanadas.

Alvaiázere, seus contrastes, discrepâncias e singularidades…

No dia 20 de novembro, Dia Internacional dos Direitos da Criança, comemorou-se a proclamação mundial desses direitos em 1959, que não deveriam ser só lembrados nestes dias, porém estas datas são propícias para fazer um balanço da nossa ação para prestar às crianças os cuidados essenciais, na saúde e numa alimentação adequada, assim como na proteção contra todas as formas de exploração, negligência e crueldade.

Com o enfraquecimento da direita política em Portugal tornou-se público e evidente o que mais temia.

Os tiques anti democráticos da esquerda que nos governa, não tardaram a sair dos armários após os resultados das últimas legislativas.

Aqueles que se acham os guardas pretorianos da democracia Portuguesa (a esquerda política), tomam atitudes ditatoriais igualando por vezes os regimes de socialistas/comunistas da América Latina, envergonhando os que como eu defendem uma democracia livre e plural, onde o debate se torna o Pai da razão e da Governação.

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.

Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança;
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.

O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E enfim converte em choro o doce canto.

Muitas vezes considera-se o património, como os bens materiais de família transmitidos por herança de pais para filhos, de forma muito redutora e de senso comum, já que o património não engloba só bens materiais mas sim um conjunto de bens também de natureza imaterial com interesse e reconhecido valor a vários níveis, ambiental, histórico, artístico, cultural e que correspondem aos modos de viver de um povo que o particulariza e lhe dá uma identidade.

Mais um festival Gastronómico e mais um sucesso…

Apetece-me dizer que o “Chícharo está na moda…”. Foram milhares de visitantes de 11 a 13 de outubro que vieram “provar o património” e apreciar as nossas potencialidades.

Com um programa muito bem conseguido, com concertos muito bons em especial o de Pedro Abrunhosa, foi muito bom ver o recinto completamente cheio (e com a bênção de S. Pedro).

Um dos maiores problemas que a humanidade irá enfrentar nos próximos anos será a escassez de água potável.

Vários estudos evidenciam que as reservas deste precioso líquido estão a diminuir, ao mesmo tempo que as alterações climáticas estão a intensificar a pluviosidade em zonas onde ela não é necessária e que, consequentemente, no futuro, teremos um mundo mais seco, principalmente em regiões que já são secas.