Alberto Ferreira

Caros leitores: estamos no mês antecedente ao dia das eleições legislativas. Tenho andado atento às propagandas, tanto na rádio como na televisão. Verifico que cada um faz reclame como pode e bem lhe apetece. Vamos a ver se depois cumprem o que dizem. A ver vamos como dizia um cego… Segundo dizia um tal João Miguel Tavares “todos gritam mas nada mexe. Ou talvez pior: O País onde todos gritam para evitar que alguma coisa tenha realmente de mexer…

Caros leitores, desta vez vou-me debruçar sobre um tema que de facto tem certo valor e que ronda, ou melhor, se resume em três palavras: ONTEM… HOJE… e AMANHÃ? No meu entender a palavra “ONTEM” deve considerar-se o já passado; HOJE, a vida presente e a atual situação; AMANHÃ significa o que ainda está para acontecer, o nosso futuro. Mas vamos mais adiante…

Para me debruçar sobre este título de “NÃO ESTÁ CERTO”, actualmente há tanta coisa sobre que nos debruçarmos que por vezes até temos dificuldade em escolher o assunto sobre o qual temos de nos vincular. Mas enfim, alguma coisa há de sobressair.

Em minha casa tenho alguns exemplares de jornais diários dos anos 1960 e outros bem acondicionados, tais como Diários de Notícias e Século.

Neste ano de 2019 ainda nada escrevi para o nosso Jornal, “O Alvaiazarenese”. Mas, desta vez, que até estou bem disposto, vou escrever alguma coisa, sobre o estado actual (politicamente) como vai o nosso país. Quase todos os dias leio alguns jornais diários e neles encontro alguns artigos acerca do estado político, isto é como vai a governação, deste nosso rectângulo. E, como não podia deixar de ser, é só greves e mais greves de tudo o que pode ser. Enfim, nada está bom. Enfermeiros, médicos, professores, tribunais, repartições… e não só. Brinca-se com tudo.

Meus amigos e queridos leitores deste Jornal “O Alvaiazerense” ter-se-ão admirado com as notícias que todos os dias aparecem noutros jornais, nomeadamente sobre a apropriação do material sonante, que é o dinheiro. Os meus amigos leitores sabem qual é a parte mais sensível do nosso corpo? É a carteira. Porque ela contém o dinheiro, anda quase sempre dentro de um bolso, junta ao corpo. Isto significa que, quando se encomenda ou pede alguma coisa ou objeto, encomendar não custa, mas quando toca a pagar é que a porca torce o rabo, como o povo costuma dizer.

É com pouca vontade que escrevo estas minhas opiniões, porque por vezes são muito mal interpretadas por algumas pessoas que com elas não concordam. Mas enfim.

Mas podem crer que elas são verdadeiras e credíveis. Para alguns não o são. Mas enfim.

Ora bem, desta vez vou referir-me a um panfleto que me chegou às mãos há uns anos a esta parte e que guardei, porque entendi que nele constava a verdade.

Chegou-me há dias às mãos um papel dizendo que um político deste País, em 1932 proferiu a seguinte frase numa entrevista ao jornalista António Ferro.

A frase dizia o seguinte: “Há que regular a máquina do Estado com tal precisão que os ministros estejam impossibilitados, pela própria natureza das leis, de fazer favores aos seus conhecidos e amigos”.

Para o mês que agora corre à minha mente não tem ocorrido muitas versões sobre as quais me debruçaria. Mas, no entanto, verifico que cada vez vejo nos jornais diários deste País, tanta e tanta coisa que até fico admirado como há certos cavalheiros e, a ser verdade o que neles consta, não têm vergonha de se apresentarem diante do povo, como nada fosse com eles e quererem mostrar que são honestos. Mas enfim...

Caros leitores, desta vez vou escrever para o nosso jornal um pouco diferente do habitual, uma vez que tudo é muito importante. Por conseguinte vou debruçar-me acerca de “para que serve a guerra”.

Chegou há tempos às minhas mãos um panfleto que, segundo consta escrito por um senhor, por quem ainda tenho uma certa estima e que já cumprimentei com um bom aperto de mão e em quem inspiro confiança, por sinal ainda no rol dos vivos, e que diz o seguinte: “Desobediência civil não é o nosso problema. O nosso problema é a obediência civil. O nosso problema é que pessoas por todo o mundo têm morrido por causa da obediência. O nosso problema é que as pessoas são obedientes por todo o mundo face à pobreza, fome, estupidez, guerra e crueldade.