Teodora Cardo

O nosso jornal, neste mês de junho, tal como a sociedade liberta-se um pouco das amarras da pandemia e reflete o desconfinamento e a retoma gradual e cautelosa do regresso de uma vida mais ativa, claro em formatos muito diferentes dos habituais. Os eventos começam a despontar, mas de forma muito singular e diferente como foi a comemoração do dia do concelho, que só podemos acompanhar à distância, no entanto o mote das intervenções oficiais foi ainda a pandemia.

No dia dois de maio terminou o estado de emergência e entrou em vigor o estado de calamidade pública que deu início a um plano gradual de desconfinamento com várias fases, regras e recomendações que irão ter continuidade no início do mês de junho. Esperamos, para bem de todos, que tal como no confinamento sejam cumpridas as medidas veiculadas pelo governo, para que todo o esforço e grandes dificuldades do confinamento, que tanto mudaram a nossa vida, pelo isolamento das nossas vivências, não tenham sido em vão.

Tal como acontece nos noticiários a nível nacional e de todo o mundo o nosso jornal não foge à regra e os assuntos focados dançam à volta da pandemia e envolvem vários setores da sociedade, a educação, a família, a atuação dos vários agentes da proteção civil, e o tecido empresarial do concelho.

A situação que estamos a enfrentar é excecional e não tem paralelo na história coletiva das últimas décadas, as mudanças nas rotinas das famílias e da sociedade de repente foram radicalmente transformadas. Certamente também novas preocupações, com os idosos que são os mais vulneráveis, com as crianças que ficam irrequietas fechadas em casa, com os alunos e professores que transformam suas casas em escolas.

Em tempos de discussão de assunto tão polémico deixamos à consideração dos nossos leitores o conto “Alma Grande” de Miguel Torga no seu livro “Os novos Contos da Montanha”:

 

“Riba Dal é terra de judeus. Baldadamente, pelo ano fora, o Padre João benze, perdoa, baptiza e ensina o catecismo por perguntas e respostas.

- Quem é Deus?

- É um Ser todo poderoso, criador do Céu e da Terra.

O jornal “O Alvaiazerense” compromete-se a continuar a respeitar os princípios deontológicos e de ética, num exercício de transparência com os seus leitores, respeitando a pluralidade de pontos de vista e os princípios da objetividade e imparcialidade. Promovendo o exercício do jornalismo numa perspetiva de serviço público, e tendo sempre presente que o nosso jornal é o elo de ligação de todos os Alvaiazerenses dentro e fora do País.

E de acordo com o estipulado no artigo nº2 da Lei nº2/99 de 13 de janeiro publicamos, nesta edição, o estatuto editorial do “O Alvaiazerense”:

Este mês de dezembro é marcado por duas comemorações que se cruzam na sua essência.

No dia 20 de novembro, Dia Internacional dos Direitos da Criança, comemorou-se a proclamação mundial desses direitos em 1959, que não deveriam ser só lembrados nestes dias, porém estas datas são propícias para fazer um balanço da nossa ação para prestar às crianças os cuidados essenciais, na saúde e numa alimentação adequada, assim como na proteção contra todas as formas de exploração, negligência e crueldade.

Muitas vezes considera-se o património, como os bens materiais de família transmitidos por herança de pais para filhos, de forma muito redutora e de senso comum, já que o património não engloba só bens materiais mas sim um conjunto de bens também de natureza imaterial com interesse e reconhecido valor a vários níveis, ambiental, histórico, artístico, cultural e que correspondem aos modos de viver de um povo que o particulariza e lhe dá uma identidade.

Em Portugal ocorrem cinco tipos de eleições, as presidenciais, as legislativa regionais, as legislativas, as autárquicas e as europeias. De todas as eleições referidas, só as europeias é que não são especificas do nosso país, já que se realizam, por toda a Europa, para eleger para o parlamento europeu os representantes de cada país.

Das quatro eleições realizadas especificamente no nosso país, todas se realizam de quatro em quatro anos à excepção das presidenciais que se realizam de cinco em cinco anos e elegem o mais alto representante da nação, o Presidente da República.