PROPRIEDADE: CASA DO CONCELHO DE ALVAIÁZERE
DIRECTOR-ADJUNTO: CARLOS FREIRE RIBEIRO
DIRECTOR: MARIA TEODORA FREIRE GONÇALVES CARDO
DIRECTOR-ADJUNTO: CARLOS FREIRE RIBEIRO

José Baptista

31 de Outubro de 2021

Escrevi, no artigo do mês de setembro, que os perdedores das eleições autárquicas não deviam ser ostracizados.

Um amigo de longa data, questionou-me pelo uso desta “palavra cara” e sobre o seu significado. Teria a ver com ostras?

Quanto ao seu significado foi fácil explicar que ostracizados queria dizer excluídos. Quanto à outra questão não soube responder, mas como fiquei com a pulga atrás da orelha, fui pesquisar e, sem palavras muito caras, vou tentar explicar.

30 de Setembro de 2021

Ontem foi dia de eleições autárquicas. Glória aos vencedores, honra aos vencidos. Todos deram o seu melhor.

Aplaudir quem as ganhou nem deveria sequer merecer discussão. Democraticamente deve ser a regra, ser o óbvio, a cortesia e o reconhecimento. Da mesma forma, quem não as venceu não deve ser ostracizado.

31 de Julho de 2021

Cartazes, estrategicamente colocados, lembram-nos que, no próximo dia 26 de setembro, realizar-se-ão Eleições para os Órgãos Autárquicos.

Estas eleições são as mais democráticas de todas as eleições pela participação de milhares de candidatos que, filiados em partidos ou não, procuram, pelo menos prometem, fazer o melhor nos seus concelhos ou freguesias. A todos eles “tiro o chapéu”.

30 de Junho de 2021

Este ano celebramos o primeiro centenário de nascimento de Matilde Rosa Araújo, ilustre ficcionista, poetisa, cronista e pedagoga. Tendo nascido em Lisboa, a 20 de junho de 1921, faleceu a 6 de julho de 2010, nesta mesma cidade.

Foi autora de mais de 40 livros para adultos e de mais de duas dezenas de livros de contos e poesia para crianças, com publicações nacionais e estrangeiras, tendo sido agraciada com vários prémios.

A sua poesia transporta uma sensibilidade atenta ao cosmos, em perfeita comunhão entre seres vivos e a natureza.

31 de Maio de 2021

No dia 18 de maio, Dia Internacional dos Museus, foi lançado pelo governo, em parceria com a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, um novo jogo de lotaria instantânea denominado “Do Património Cultural”.

Dir-me-ão que é uma raspadinha como outra qualquer, apenas diferente no beneficiário pois esta servirá para angariar verbas para um Fundo de Salvaguarda do Património Cultural.

A receita, estimada em cerca de cinco milhões de euros anuais, será canalizada para as despesas relacionadas com a valorização patrimonial.

30 de Abril de 2021

Durante o mês de abril assistimos ao desenrolar de alguns processos pouco abonatórios para a justiça portuguesa.

Daí questionarmos: quem é realmente criminoso no nosso país?

A minha avozinha dizia: “Quem rouba um tostão é ladrão, quem rouba um milhão é barão.”

Hoje, o ditado pouco muda: “Quem rouba um euro é ladrão, quem rouba um milhão ou é marquês ou herói de televisão basta contratar os melhores advogados e valer-se de todas as brechas da legislação.”

31 de Março de 2021

Na XXX Conferência Geral da UNESCO, realizada em 16 de novembro de 1999, foi criado o Dia Mundial da Poesia que se celebra a 21 de março, com o propósito de promover a leitura, escrita, publicação e ensino da poesia através do mundo.

Sendo verdade que Portugal é um país de poetas, Alvaiázere não foge à regra, pois, felizmente, florescem poetas como orquídeas silvestres pela serra.

28 de Fevereiro de 2021

Fevereiro é um mês especial. É o único a ter menos de 30 dias.

Antigamente, Februário, assim designado pelos romanos, era o último mês do ano e tinha, inicialmente, 29 ou 30 dias.

Como julho, mês batizado em homenagem a Júlio César, tinha 31 dias, o imperador César Augusto exigiu que o “seu” mês também tivesse semelhante número de dias. Assim, mandou retirar um dia a fevereiro.

31 de Janeiro de 2021

O nome janeiro, provém do latim lanuarius que tem, por sua vez, origem em Janus, um deus da mitologia romana que era representado com duas faces, uma olhando para trás, o passado, e outra olhando para a frente, o futuro.

Janeiro é um mês de pausa e reflexão mas também mês das transições, altura do ano em que devemos decidir o que fazer de novo, tal como a natureza que se prepara para renascer.

No período pandémico que atravessamos, o mundo parece mais escuro, mais frio onde nada floresce, excetuando o vírus que nos flagela continuadamente.

25 de Janeiro de 2021

O ano de dois mil e vinte findou sem deixar saudades. Foi um ano de incerteza sem precedentes, em que tudo o que era certo e adquirido, como a vida social, a profissional, a saúde, deixou de o ser.

Com a chegada de um novo ano, temos a esperança de melhores dias. As vacinas, dizem-nos, vão-nos permitir ver a luz ao fundo do túnel. Não obstante, a probabilidade de termos de aceitar a presença do vírus e aprender a viver com ele é elevada, tal como vivemos com a gripe sazonal.