PROPRIEDADE: CASA DO CONCELHO DE ALVAIÁZERE

DIRECTOR: MARIA TEODORA FREIRE GONÇALVES CARDO

DIRECTOR-ADJUNTO: CARLOS FREIRE RIBEIRO

bruno_gomes

Queremos ser uma França?

E desculpem-me os mais sensíveis, mas não vou utilizar qualquer tipo de filtro nas palavras que escrevo.

Vivemos momentos agitados, muito por culpa de umas dezenas de parasitas sociais, instrumentalizados por partidos de esquerda e extrema esquerda que têm como utopia a revolução social anti capitalista, a anarquia social e política, a desordem e que pretendem que Portugal viva momentos como os que infelizmente vemos em Paris, Madrid e em algumas cidades europeias.

Uma cambada de meninos que nada fazem a não ser viver à custa dos pais e dos avós (e não, não é por falta de emprego, é por falta de vontade de trabalhar), e passaram horas e horas nas ruas, com comportamentos censuráveis e proibidos como drogarem-se ou destruir património histórico e público, ameaçar a segurança de pessoas e bens e promover a desordem.

Ouvia com atenção Ascenso Simóes, militante do PS e antigo secretário de estado, que afirmava que estes movimentos têm como base a extrema esquerda europeia (em Portugal com o rosto do bloco de esquerda) e que são movimentos estudados e monitorizados pelos serviços secretos Nacionais, estudos estes que servem de base para a tática operacional das forças policiais e se segurança de Portugal. Esta afirmação faz-me pensar que poderíamos estar à beira de movimentos iguais ou parecidos com os de França e que por força disto é necessária uma intervenção antecipada e desmobilizadora destes “acampados”.

Se concordo com o uso da força de força despropositada? Não, não concordo. Mas concordo com o uso da força necessária quando essa cambada de energúmenos não acata as ordens dadas pela PSP e não cumprem a legislação.

Há uns dias ouvia uma manifestante de origem brasileira a dizer que o governo tinha de ouvir a acatar, repito acatar as ordens da assembleia popular e que caso não o fizesse queria uma revolução.

Primeiro, não existe do nosso quadro jurídico o conceito de assembleia popular em lado nenhum. Em democracia a única assembleia que têm forma jurídica e é válida, é a Assembleia da Républica. Esta foi uma forma ludibriosa de catalogar estes grupos e encontrar uma “branca “na legislação, para que possam agir em desconformidade.

Segundo. Essa senhora exige que o governo acate as ordens emanadas da dita assembleia. Mas é assim que se exerce a democracia? Um grupo de populares decide uma coisa e o governo tem de acatar? Só um pensamento para isto. Se não gosta das leis portuguesas, volte para o seu País imediatamente.

Outro pedia para atirarem um tijolo à casa do primeiro ministro? Mas o objetivo das manifestações não tinha como princípio o acesso à habitação? Para este parasita não, tinha como fim destruir uma habitação. Foi preso… e muito bem, diga-se.

Para terminar. Para muitos dos manifestantes que não têm casa nas grandes cidades, saiam da zona de conforto, e procurem o interior. Temos trabalho para vos dar e casas com preços mais acessíveis para comprarem. Sim comprarem, não para vos serem oferecidas.