José Baptista
Espalhados um pouco por todo o lado vejo cartazes com uma frase que soa como um alerta: “Os imigrantes não podem viver de subsídios.” Eu não poderia estar mais de acordo.
As eleições autárquicas são sempre um reflexo da nossa democracia em ação. Para os vencedores, o desafio é maior do que o simples exercício do poder: é o da responsabilidade
Há quem diga que o trema morreu em 2009, varrido pelo acordo ortográfico com a mesma pressa que se apagam nomes incómodos de comissões parlamentares
Em tempo de incêndios, as declarações de alguns autarcas, desculpabilizando-se do que está a acontecer nos seus concelhos, fazem-me rir.
Entramos no mês de agosto: férias, descanso, lazer, excessos alimentares, dietas e desligar do mundo. Sim, desligar do “mundo feio”. O mundo da fome e da guerra.
Em junho começa o verão. É tempo de praia, festas dos santos populares, festas das aldeias, enfim, parece ser um tempo de alegria.
Hoje, para não escrever sobre os resultados das eleições legislativas nem sobre as inevitáveis extravagâncias (leia-se: gastos excessivos) em ano de eleições autárquicas, dedico estas linhas a temas históricos — e a outros mais triviais.
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